Silêncio imperioso que se desvela em mim; exalta o sentido mágico da solidão e desenha os pensamentos inquietos em palavras abstratas. As formalidades ficam pra depois, após a deliciosa sensação de vida que acompanha a respiração e o palpitar do coração. É excessivamente lúcido o momento de sentir a existência em suas singelas formas - o tempo pára em si, deixa de contar vantagem e se eterniza em sua unicidade peculiar. Sensibilidade que não deixo escapar.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
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3 comentários:
pareceu tão auto-defesa o "Sensibilidade que não deixo escapar."
é...talvez a vida acompanhe o ritmo da respiração, o que no meu caso é uma bela desgraça.
ótimo texto daniel!
audacioso de sua parte não deixar a sensibilidade escapar. hoje em dia é todo mundo querendo escapar dela. sensibilidade ainda tem sim aquela associação com fraqueza. acredite ou não, ainda é visto como "coisa de mulher". rs
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