São verdadeiras intermitências. De realidade. Explico-me por horas, enclausurando-me em particularidades que, vez ou outra, me expõem em demasia a mim mesmo. Sinto que ainda encontro-me preso. Às tantas ideologias. Vejo que muitos calos me provocam, ainda que discretamente, de forma dolorosa. Cortejam-me. Repudiam-me. Transformam-se consoante o humor. Ontem mesmo, pus-me a escrever, desabafando como a um diário, ou que seja, semelhantemente ao melhor amigo, quando ao fim da última linha fraquejei, em cinco ou seis sentidos. Foi como ‘escrevo uns versos e depois rasgo’. Mas, repudiar o próprio instinto é comum àqueles que sofrem do mal “perfeccionismo”. E sofro. Bastante. Quando se trata de falar sobre o meu subjetivismo, se é que isso não constitui um pleonasmo, constato o quanto me dói. Andei feito fugitivo, forasteiro em tudo quanto é canto. Está na hora de voltar pra casa. Deslindar os segredos e montar as razões. Espero retornar à labuta.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
enxergar tudo com o subjetivismo é ser perfeito.
parabéns.
Postar um comentário