Imenso em si mesmo, sem tantas delongas em seu alvorecer. Nasceu mais um, com toda a ingenuidade que lhe é peculiar. Um clarão ensurdecedor, tão sincero e transparente, que desanuvia os meus pecados de boêmio. É um prazer indizível, digno de fotografia. Revela-se em sua textura azul – sereno, taciturno e feliz. E é tão belo, o dia.
domingo, 9 de dezembro de 2007
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6 comentários:
acho lindo a forma como tu transformas todas as coisas em coisas bonitas.
é que todas as coisas são bonitas...
mas nem todos enchergam como dan
azulejando tão lindo quanto Danzando,belas a tua escrita.
o amarelo a espera de um pouco de azul pra desabrochar.
azul é tua cor preferida! :)
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