sexta-feira, 2 de novembro de 2007

às cinco


Os pássaros cantam o raiar. O céu, em seu alvorecer, de um azul alaranjado, descobre o sol. A claridade emerge, vagarosa, e esquece as luzes da cidade. A brisa, pluma das brumas, de uma forma peculiarmente genuína, traduz o conforto de um nascimento matinal. Sem sonhos. Sem pesadelos. A manhã, taciturnamente, batiza a noite dos insones.

Um comentário:

Anônimo disse...

verborrágico e, mesmo assim, sutil.
poucas pessoas conseguem não parecer superficiais quando tentam brincar disso.
você consegue.

markusvbr@hotmail.com

trocar idéias é interessante!