
Os pássaros cantam o raiar. O céu, em seu alvorecer, de um azul alaranjado, descobre o sol. A claridade emerge, vagarosa, e esquece as luzes da cidade. A brisa, pluma das brumas, de uma forma peculiarmente genuína, traduz o conforto de um nascimento matinal. Sem sonhos. Sem pesadelos. A manhã, taciturnamente, batiza a noite dos insones.
Um comentário:
verborrágico e, mesmo assim, sutil.
poucas pessoas conseguem não parecer superficiais quando tentam brincar disso.
você consegue.
markusvbr@hotmail.com
trocar idéias é interessante!
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