
E já não sei o que dizes, nem mesmo o que sentes. Foste e não mais voltaste. Aqui sobrou espaço, ficou vazio e esparso, com muita tinta, poeira e pó. Escrevo-te cartas cheias de versos – alguns te exaltam, outros te ignoram –, mas as envio pra endereços outros. Sumiste há tempos, nem sei o quanto. Um tanto que já não cabe em minhas muitas lembranças.
Um comentário:
um dos mais bonitos.
acho que tu imaginas pq, né?!
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