
Eu sinto falta de um amor dos tempos de colégio. Daqueles que a gente começa genuinamente, sem muita maldade, sem muitos receios. Dos que se formam a partir da idéia de um primeiro amor e que se constrói a idéia de toda uma vida juntos. Dos beijos desajeitados que logo tomam a melhor forma, dos abraços pueris que transmitem um conforto do qual se espera ter pra sempre. Do primeiro “eu te amo” ainda que não se saiba o que é amar de verdade. Ah, que falta isso agora me faz! Esse jogo adulto é complexo por demais.
2 comentários:
ééé!
encantador. ;)
é um dos muitos lugares em que não devíamos lembrar quantos anos já se passaram desde os tempos de colégio. tudo tão mais lindo quando não se sabe ao certo qual a sua intenção com cada toque. a descoberta em conjunto...
falta isso.
textos aqui legais numa cota!=P
visitarei mais!
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