
Espalhado em fases, divido em tabelas e exacerbadamente metafórico - o mundo continua a me chegar em cartas. Palavras ditas, tão-só repetidas, reiteram o cotidiano. Sem sufocar, sem amargar, é o café da xícara e o feijão do colorido prato de porcelana. Inspiração que chega em grandes navios, em seus portos, em seu seguro porto. Envelopes, admiráveis souvenirs, sob o amarelo-cinza de seus traços. São eles – os presságios, as notícias e, não raramente, os folhetins.
2 comentários:
Cartas, ilustrações e paisagens.
Somos reduzidos as vezes a tão pouco... Somos descritos e redigidos em um só parágrafo.
Ah que engano!
Somos mais que
correspondências,palavras e corpos.
Mas na maioria da vezes preferimos nos guardar dentro de coloridos e doces envelopes.
Eu ando meio sem tempo para entrar na internet, mas quando eu tiver um tempinho vou ler esses seus últimos textos, que pelo visto foram muitos.
Interessante reflexão.
Lindíssimas fotografias do blog.
Bom final de semana!
;*
Gosto de correspond�ncia. Correspondo, n�o raro n�o sou correspondida. O papel, aquele prosaico papel chega at� mim como vida, como not�cia de vida. E inspira, sempre.
Beijo, Dan! :*
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